... refiro-me a vinhos !!
Conheciam ? Pois eu não !!
Este fim de semana assisti a uma reportagem sobre a produção de vinhos de vindimas tardias ... e curiosamente tive a oportunidade de fazer uma prova em Monsaraz na Wineshop da Ervideira.
Gostei imenso, muito suave, e claro que trouxemos uma garrafa Vinha d’Ervideira – Vindima Tardia 2012.
A vindima tardia significa que as uvas são mantidas nas vinhas durante mais tempo do que é habitual. A vindima faz-se mais tarde, quando as uvas já apresentam o que se costuma chamar de uma podridão nobre. Os bagos estão mais desidratados e têm uma maior concentração de açúcar e compostos aromáticos, resultando em vinhos mais doces.
O Vinha d’Ervideira Vindima Tardia 2012 é o primeiro vinho da Ervideira produzido desta forma e é ideal como companhia para uma entrada ou uma sobremesa, ou para um momento de relaxamento ;)
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Hoje provei ...
... o licor de "Chamoa" !!
Deram-me a conhecer este licor hoje :) e gostei imenso, e achei a garrafa linda.
Mas fiquei curiosa pois referem sobre ele que "Quem bebe a Chamoa beija como se fosse a primeira vez e ama como se não houvesse amanhã".
Descobri então que esta bebida desenvolvida em Terras de Sta. Maria da Feira tem o nome do grande amor de D. Afonso Henriques, Chamoa Gomes que viveu no Castelo da Feira.
A história conta que “O grande amor de D. Afonso Henriques picou-se a apanhar uma amora e disse à aia, que disse ao empregado de castelo, que disse ao sentinela e por aí em diante. Quando a informação chegou a D. Afonso Henriques, que estava a combater em Braga, Chamoa já estava a morrer. Aí, ele veio imediatamente com a cavalaria de Braga visitar a Chamoa. Quando chegou cá, afinal era apenas um corte no dedo, mas o rei rapidamente lhe perguntou onde estava a maldita que a havia picado. A amora estava embebida em álcool, porque o curandeiro tinha dito a Chamoa que isso expurgaria os males e os espíritos que dela pudessem advir. D. Afonso Henriques, como prova do seu amor, quis combater os espíritos, bebeu a bebida e partilhou-a com Chamoa. E diz-se que beijou como se fosse a primeira vez e amou como se não houvesse amanhã”.
É por isso que beber uma Chamoa é, acima de tudo, uma experiência emocional.
imagem do facebook da chamoa
Mas fiquei curiosa pois referem sobre ele que "Quem bebe a Chamoa beija como se fosse a primeira vez e ama como se não houvesse amanhã".
Descobri então que esta bebida desenvolvida em Terras de Sta. Maria da Feira tem o nome do grande amor de D. Afonso Henriques, Chamoa Gomes que viveu no Castelo da Feira.
A história conta que “O grande amor de D. Afonso Henriques picou-se a apanhar uma amora e disse à aia, que disse ao empregado de castelo, que disse ao sentinela e por aí em diante. Quando a informação chegou a D. Afonso Henriques, que estava a combater em Braga, Chamoa já estava a morrer. Aí, ele veio imediatamente com a cavalaria de Braga visitar a Chamoa. Quando chegou cá, afinal era apenas um corte no dedo, mas o rei rapidamente lhe perguntou onde estava a maldita que a havia picado. A amora estava embebida em álcool, porque o curandeiro tinha dito a Chamoa que isso expurgaria os males e os espíritos que dela pudessem advir. D. Afonso Henriques, como prova do seu amor, quis combater os espíritos, bebeu a bebida e partilhou-a com Chamoa. E diz-se que beijou como se fosse a primeira vez e amou como se não houvesse amanhã”.
É por isso que beber uma Chamoa é, acima de tudo, uma experiência emocional.
imagem do facebook da chamoa
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