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Oh :( ...
... era só mais uns dias !!
E eu também queria caminhar sobre a água !!
Descobri este projecto - "The Floating Piers" - da autoria de Christo, artista conceptual búlgaro, que foi inaugurado no sábado dia 18 no lago Iseo, perto de Bérgamo.
São plataformas flutuantes com 16 metros de largura e 3 km de comprimento que possuem acesso livre 24 horas por dia. Este era um sonho de Christo e sua esposa e parceira artística Jeanne-Claude, já falecida - projectar uma espécie de ponte que liga-se as duas pequenas ilhas localizadas no lago Iseo e simultaneamente as liga-se ao continente.
"The Floating Piers" estará em vigor de 18 de junho a 3 de julho e no final será desmantelado e reciclado.
Eu que vou estar na região uns dias depois fiquei mesmo com pena de não poder ver ao vivo e caminhar sobre este projecto. Mas como diz o artista “A parte importante deste projeto é ser temporário, a questão de ser nómada. A plataforma tem de desaparecer porque o produto não é meu, não é de ninguém. Por isso é que é de graça”.
imagens via web
Descobri este projecto - "The Floating Piers" - da autoria de Christo, artista conceptual búlgaro, que foi inaugurado no sábado dia 18 no lago Iseo, perto de Bérgamo.
São plataformas flutuantes com 16 metros de largura e 3 km de comprimento que possuem acesso livre 24 horas por dia. Este era um sonho de Christo e sua esposa e parceira artística Jeanne-Claude, já falecida - projectar uma espécie de ponte que liga-se as duas pequenas ilhas localizadas no lago Iseo e simultaneamente as liga-se ao continente.
"The Floating Piers" estará em vigor de 18 de junho a 3 de julho e no final será desmantelado e reciclado.
Eu que vou estar na região uns dias depois fiquei mesmo com pena de não poder ver ao vivo e caminhar sobre este projecto. Mas como diz o artista “A parte importante deste projeto é ser temporário, a questão de ser nómada. A plataforma tem de desaparecer porque o produto não é meu, não é de ninguém. Por isso é que é de graça”.
A minha obra é ...
... o meu corpo, o meu corpo é a minha obra.
No passado dia 6 fomos até Serralves, estava um dia lindo e a Fundação de Serralves repleta de visitantes ... Por vários motivos acabei por ver a exposição da Helena Almeida rapidamente ... vai dai ter que lá voltar até dia 10 de Janeiro para ver com a devida calma :)
Esta exposição é dedicada à obra da conceituada artista portuguesa Helena Almeida (Lisboa, 1934), examina o seu trabalho de pintura, fotografia, vídeo e desenho ao longo de quase cinco décadas.
A exposição salienta a importância do corpo – que regista, ocupa e define o espaço – e o seu encontro performativo com o mundo nas obras realizadas pela artista de meados dos anos 1960 até à atualidade.
Além das pinturas "habitadas” e das series fotográficas pelas quais é mais conhecida, serão mostradas na exposição obras raramente exibidas ao longo da sua carreira artística.
Por meio da sua pintura abstrata inicial, Helena Almeida introduz as preocupações centrais que definem a sua prática artística numa diversidade de disciplinas, nomeadamente o interesse em ultrapassar os limites do espaço pictórico e narrativo que sempre desempenhou um papel fundamental na obra da artista. Como Helena Almeida afirma: "A minha pintura é o meu corpo, a minha obra é o meu corpo”.
No passado dia 6 fomos até Serralves, estava um dia lindo e a Fundação de Serralves repleta de visitantes ... Por vários motivos acabei por ver a exposição da Helena Almeida rapidamente ... vai dai ter que lá voltar até dia 10 de Janeiro para ver com a devida calma :)
Esta exposição é dedicada à obra da conceituada artista portuguesa Helena Almeida (Lisboa, 1934), examina o seu trabalho de pintura, fotografia, vídeo e desenho ao longo de quase cinco décadas.
A exposição salienta a importância do corpo – que regista, ocupa e define o espaço – e o seu encontro performativo com o mundo nas obras realizadas pela artista de meados dos anos 1960 até à atualidade.
Por meio da sua pintura abstrata inicial, Helena Almeida introduz as preocupações centrais que definem a sua prática artística numa diversidade de disciplinas, nomeadamente o interesse em ultrapassar os limites do espaço pictórico e narrativo que sempre desempenhou um papel fundamental na obra da artista. Como Helena Almeida afirma: "A minha pintura é o meu corpo, a minha obra é o meu corpo”.
"Como (...) Coisas Que Não Existem"
O melhor da 31ª. Bienal de São Paulo está em Serralves.
É a primeira vez que a prestigiada bienal brasileira viaja até à Europa. E veio até Portugal mais especificamente ao Porto, é no Museu de Serralves que até 17 de Janeiro de 2015 se podem ver diversas obras que estiveram na última Bienal de São Paulo.
Eu já visitei com a minha princesa !!
A exposição é composta por obras de 28 artistas e colectivos que foram escolhidos entre os participantes da última Bienal de São Paulo. Fundada em 1951, a Bienal de São Paulo é a mais antiga bienal de artes plásticas a seguir à de Veneza, que teve a sua primeira edição em 1885.
As obras de arte seleccionadas, desde pinturas e esculturas até vídeos e instalações, condensam as ideias da exposição brasileira e centram-se no modo como a arte pode alterar formas de pensar o mundo.
É a primeira vez que a prestigiada bienal brasileira viaja até à Europa. E veio até Portugal mais especificamente ao Porto, é no Museu de Serralves que até 17 de Janeiro de 2015 se podem ver diversas obras que estiveram na última Bienal de São Paulo.
Eu já visitei com a minha princesa !!
fotos by alegna
A exposição é composta por obras de 28 artistas e colectivos que foram escolhidos entre os participantes da última Bienal de São Paulo. Fundada em 1951, a Bienal de São Paulo é a mais antiga bienal de artes plásticas a seguir à de Veneza, que teve a sua primeira edição em 1885.
As obras de arte seleccionadas, desde pinturas e esculturas até vídeos e instalações, condensam as ideias da exposição brasileira e centram-se no modo como a arte pode alterar formas de pensar o mundo.
fotos by alegna
A não perder !!
"A minha Obra é o meu Corpo, o meu Corpo é a minha Obra"
Helena Almeida é, sem dúvida alguma, um dos nomes mais sonantes da arte contemporânea portuguesa. A partir de 17 de outubro, vou ter que ir a Serralves visitar e conheça de perto "A minha Obra é o meu Corpo, o meu Corpo é a minha Obra", que conta com obras raramente exibidas ao longo da sua carreira artística.
A exposição salientará a importância do corpo – que regista, ocupa e define o espaço – e o seu encontro performativo com o mundo nas obras realizadas pela artista de meados dos anos 1960 até à atualidade.
A exposição salientará a importância do corpo – que regista, ocupa e define o espaço – e o seu encontro performativo com o mundo nas obras realizadas pela artista de meados dos anos 1960 até à atualidade.
A arquitectura arrojada ...
... do Porto de Leixões.
Aproveitando o dia do PORTO de LEIXÕES que abre portas à comunidade, todos os anos no terceiro sábado de setembro, visitamos este novo edifício que com a sua arquitetura arrojada, será mais um ponto de interesse no mapa da arquitetura contemporânea de Matosinhos, com assinatura do arquiteto Luís Pedro Silva.
O Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, apresenta uma forma curvilínea branca, que se destaca na marginal de Matosinhos.
Nos seus 8 pisos, partilha serviços do Terminal de Cruzeiros e do Parque de Ciência e Tecnologia do Mar da Universidade do Porto – Pólo do Mar. O piso térreo, reservado para os serviços de check-in, fronteira e bar do Terminal de Cruzeiros, os restantes pisos, acolhem serviços do Pólo do Mar, uma galeria de divulgação científica e um auditório. A cave é ocupada por um aquário com animais e algas, o biotério da Ciimar.
A cobertura visitável, com uma posição abrigada de nortada, alberga um anfiteatro ao ar livre e oferece uma ampla panorâmica sobre o mar, a linha de costa e o Parque da Cidade.
Todo o edifício é revestido com azulejos hexagonais brancos, colocados irregularmente, que formam padrões aleatórios e um jogo de refração de luz.


Aproveitando o dia do PORTO de LEIXÕES que abre portas à comunidade, todos os anos no terceiro sábado de setembro, visitamos este novo edifício que com a sua arquitetura arrojada, será mais um ponto de interesse no mapa da arquitetura contemporânea de Matosinhos, com assinatura do arquiteto Luís Pedro Silva.
O Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, apresenta uma forma curvilínea branca, que se destaca na marginal de Matosinhos.
Nos seus 8 pisos, partilha serviços do Terminal de Cruzeiros e do Parque de Ciência e Tecnologia do Mar da Universidade do Porto – Pólo do Mar. O piso térreo, reservado para os serviços de check-in, fronteira e bar do Terminal de Cruzeiros, os restantes pisos, acolhem serviços do Pólo do Mar, uma galeria de divulgação científica e um auditório. A cave é ocupada por um aquário com animais e algas, o biotério da Ciimar.
A cobertura visitável, com uma posição abrigada de nortada, alberga um anfiteatro ao ar livre e oferece uma ampla panorâmica sobre o mar, a linha de costa e o Parque da Cidade.
fotos by alegna


fotos by alegna
O acesso ao Terminal de Cruzeiros, atualmente restrito e pelo interior do Porto de Leixões junto ao molhe sul, será de futuro integrado no espaço público da cidade, está previsto um arranjo urbanístico de uma nova entrada, com a criação de um percurso pedonal entre o terminal e o centro de Matosinhos. Este “passadiço” prevê-se que esteja concluído em 2016, podendo nessa altura o edifício ser visitado por todos.
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