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Imperdível ...

... "José de Almada Negreiros - uma maneira de ser moderno"!!

[Duas figuras] ou [duplo retrato], 1927. Assinado / Datado. Grafite sobre papel. 48 x 51,5 cm.
Acervo Artístico-Cultural dos. Palácios do Governo do Estado de São Paulo. Fotografia: Rômulo Fialdini

Isto de ser moderno é como ser elegante: não é uma maneira de vestir mas sim uma maneira de ser. Ser moderno não é fazer a caligrafia moderna, é ser o legítimo descobridor da novidade.
José de Almada Negreiros, conferência O Desenho, Madrid, 1927

Até 5 de Junho terei que agendar uma deslocação a Lisboa pois não posso deixar de ir ver esta exposição de Almada Negreiros, patente na Gulbenkian desde 3 de Fevereiro.

A exposição apresenta um conjunto 400 obras, muitas inéditas, que refletem a condição complexa, experimental, contraditória e híbrida da modernidade.

A pintura e o desenho mostram-se em estreita ligação com os trabalhos que fez em colaboração com arquitetos, escritores, editores, músicos, cenógrafos ou encenadores.

Esta escolha dá também visibilidade à presença marcante do cinema e à persistência da narrativa gráfica ao longo da sua obra.

Juntam-se ainda obras e estudos inéditos que darão a conhecer diferentes facetas do processo de trabalho artístico de José de Almada Negreiros.


Fomos a Serralves ...

... ver as obras do Miró.



Finalmente tiramos ma tarde para ir ver as obras de Joan Miró, propriedade do Estado Português, que estão expostas ao público pela primeira vez na Casa de Serralves. 
‘Joan Miró: Materialidade e Metamorfose’, assim se designa a exposição, abarca um período de seis décadas da carreira de Joan Miró, de 1924 a 1981. Debruçando-se de forma particular sobre a transformação das linguagens pictóricas que o artista catalão começou a desenvolver em meados dos anos 1920, aborda as suas metamorfoses artísticas nos campos do desenho, pintura, colagem e trabalhos em tapeçaria. 




O pensamento visual de Miró, o modo como trabalha com sensações que variam entre o táctil e o ótico e os processos de elaboração das suas obras são observados em detalhe. 


 

Ainda foi possível fazer parte de uma visita guiada que foi muito importante para melhor compreender as obras expostas. Ah ... e tivemos a presença do Arq. Siza Vieira que nos acompanho no visionamento de um video onde se podia ver Joan de Miró a trabalhar.
Já agora, para terminar, foi graças ao BPI, mecenas da exposição, que as nossas entradas foram gratuitas :)

E terminámos a visita a abraçar árvores em Serralves :) uma tarde muito boa ;)


João Machado ...

... 40 anos CINANIMA.


A Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto inaugura amanhã, dia 11, sexta feira, no Pavilhão de Exposições, uma exposição dedicada à colaboração do designer João Machado com o festival Cinanima.

A exposição, com curadoria de Rui Mendonça, mostra os 40 cartazes de João Machado para as 40 edições do Cinanima desde o seu início em 1977, desenhos elucidativos do projecto gráfico e ilustrações que evidenciam elementos essenciais da obra de João Machado.

"Há muitos festivais com quarenta anos de vida ou mais. Não conhecemos nenhum, com esta idade, que tenha sido desenhado desde sempre pelo mesmo autor. Esta é a razão de ser desta exposição. E não é pouco. A obra de João Machado é manifestamente relevante, em quantidade e qualidade. A travessia do autor tem sido discreta, demasiadamente discreta entre nós, quando é, desde há muito, internacionalmente reconhecida. João Machado é um dos melhores cartazistas do mundo e está aqui, perto de nós, em pessoa e em obra." refere Rui Mendonça.

Patente até 28 de Janeiro de 2017 no Pavilhão de Exposições da Faculdade de Belas Artes da U. Porto com o horário de visitas de terça a sábado, das 14h30 às 18h30.

Instantes ...

... do meu fim de semana.

Inauguração do MUSEU do CALÇADO em São João da Madeira.

Congresso e Exposição do AMADEO de SOUZA CARDOSO.

Experiências culinárias.
  
Umas ternurinhas ...

Jantar com amigas e futebol à mistura ... lolll



Museu do Calçado ...

... abre portas em São João da Madeira.



O Museu do Calçado, em São João da Madeira, é inaugurado no sábado, dia 5 de Novembro, e promete contar como a indústria do sapato evoluiu ao longo dos séculos e como tem vindo a ser uma peça inspiração nas artes plásticas.

Instalado na Torre da Oliva, o novo museu resulta de um investimento de um milhão de euros e conta com uma colecção superior a 8.600 peças de origem nacional e estrangeira, das quais estarão expostas ao público 9 máquinas, 42 obras de arte, 77 ferramentas e mais de 500 sapatos.

A colecção abrange desde a pré-história até ao século XXI, sendo que a componente industrial do museu se concentra no século XX e as peças de teor artístico reflectem tendências mais contemporâneas.

O autarca de S. João da Madeira, Ricardo Figueiredo, disse que há já muito tempo o concelho tem como marca ser a capital portuguesa do calçado, sendo agora “tempo de prestarmos à cidade um tributo que homenageasse esta indústria, os seus empresários e trabalhadores, não apenas na perspectiva local, mas evocando também o impacto deste sector na economia portuguesa e o seu estatuto de referência a nível mundial". O presidente acrescentou que o objectivo“é que este seja um museu vivo, cuja dinâmica se revele proporcional à capacidade de inovação e competitividade que a indústria local do calçado sempre soube demonstrar e pela qual se distinguiu, tanto ao nível nacional como internacional".

O novo museu "será um espaço socialmente activo, culturalmente interessante e pedagogicamente útil, que evocará histórias e memórias, contribuindo dessa forma para aprofundar e divulgar o conhecimento não só da identidade e cultura sanjoanenses, mas também de outras realidades sociais, históricas e culturais relacionadas com o objecto que lhe dá nome".

O Museu do Calçado funcionará de terça a domingo, em horários diferentes consoante o dia da semana. O preço normal é de 2 euros, sendo a entrada livre para crianças até 12 anos, cidadãos residentes no concelho e ex-trabalhadores do setor do calçado.

in Porto Canal

Amadeo de Souza Cardoso ...

... 100 anos depois na Invicta.


Já foi inaugurada a recriação da única exposição de Amadeo de Souza Cardoso, no Porto, que decorreu em 1916 e que chocou Portugal. Na exposição de 1916 houve quem cuspisse e desse pancada nos quadros, o Ministro da Cultura fala em "obras que agitavam os espíritos".

A exposição é composta por 81 das 114 obras de Amadeo de Souza Cardoso expostas no Porto em 1916, na única exposição individual do artista. A mostra ficará patente até ao final do ano no Porto (31 de Dezembro) no Museu Soares dos Reis, depois seguirá para Lisboa onde vai permanecer de 12 de Janeiro a 26 de Fevereiro de 2017.

“As obras que Amadeo decidiu expor [em 1916] estão hoje dispersas por diversas coleções públicas e privadas. Reuni-las, procurando refazer os gestos e as opções do malogrado pintor [que morreria, inesperadamente, em 1918, com 30 anos de idade] é, em primeiro lugar, uma homenagem”, indica a descrição da exposição, que conta com curadoria das investigadoras Raquel Henriques da Silva e Marta Soares.

Para ver em breve !!

"Shoe Street Art" ...

... sapatos gigantes invadem São João da Madeira !!



fotografias by Pedro Cruz

Pois é ... SJM está completamente invadida e encantada com os sapatos gigantes que estão espalhados pela cidade.

Penso que esta iniciativa tem o propósito de homenagear a industria local de calçado e simultanemaente chamar a atenção para o Museu do Calçado que vai inaugurar no dia 5 de Novembro na Torre da Oliva em SJM.

Estas esculturas de sapatos gigantes(2,10 m por 2,40 m) são produzidos em poliester e fibra de vidro e foram decorados por diversos artistas que utilizaram diversas técnicas criativas, como grafite, pintura e colagem.






fotografias by Pedro Cruz

Exposição Tutankamon ...

... apenas até dia 30 de Outubro.


by alegna

Fui finalmente ver a Exposição Tutankamon na Alfândega do Porto, onde está patente desde Abril deste ano.

É pena serem apenas réplicas em tamanho real ... em Londres vi originais e não paguei entrada :) aqui pagamos 9 euros ... As réplicas desta exposição dizem respeito aos artefactos encontrados por Carter em 1922 no túmulo do faraó Tutankamon.

A exposição inicia com um documentário de 20 minutos sobre as descobertas de Howard Carter.




by alegna

O túmulo de Tutankamon foi descoberto na cidade egípcia de Luxor, nunca ninguém o tinha descoberto, estava bem preservado dos ladrões de túmulos. Ele foi faraó com 9 anos de idade até aos 18 anos, que foi quando morreu. Pensa-se que morreu ou por assassinato, ou poderá ter sido de tuberculose. Na altura da morte o Egipto vivia uma crise económica e política. A tese de assassinato ganha cada vez mais adeptos entre os egiptólogos em detrimento da antiga crença de que tinha morrido de tuberculose. Os faraós eram sepultados com todos os escravos vivos, para os servirem na morte. 


by alegna

Uma das peças em exposição é o trono do Faraó Tutankamon, onde aparece sentado com os pés apoiados sobre um banco com almofada. Diante dele, em pé, encontra-se a jovem esposa de nome Ankhesenamon.


by alegna

ARCO ...

... chega a Lisboa em 2016 !!


Descobri hoje !!

Nos finais de Maio estou em Lisboa certamente :P

A ARCO - prestigiada Feira de Arte Contemporânea vai ter lugar em Lisboa de 26 a 29 de Maio de 2016 na Fábrica Nacional de Cordoaria.

A ARCO Lisboa, a primeira feira de arte com a marca Arco fora de Espanha, contará com a participação de 40 galerias internacionais selecionadas pelo Comité Organizador, que apresentarão em exclusivo ou no contexto do seu programa, artistas que possam estabelecer um diálogo aberto e construtivo com o espaço criativo português. Este projeto de expansão internacional vem dar visibilidade e projeção à atual cena artística portuguesa, um cenário criativo com um passado, um presente e um futuro especialmente dinâmicos e interessantes.

A minha obra é ...

... o meu corpo, o meu corpo é a minha obra.

 

No passado dia 6 fomos até Serralves, estava um dia lindo e a Fundação de Serralves repleta de visitantes ... Por vários motivos acabei por ver a exposição da Helena Almeida rapidamente ... vai dai ter que lá voltar até dia 10 de Janeiro para ver com a devida calma :)

Esta exposição é dedicada à obra da conceituada artista portuguesa Helena Almeida (Lisboa, 1934), examina o seu trabalho de pintura, fotografia, vídeo e desenho ao longo de quase cinco décadas.

A exposição salienta a importância do corpo – que regista, ocupa e define o espaço – e o seu encontro performativo com o mundo nas obras realizadas pela artista de meados dos anos 1960 até à atualidade.


Além das pinturas "habitadas” e das series fotográficas pelas quais é mais conhecida, serão mostradas na exposição obras raramente exibidas ao longo da sua carreira artística.

Por meio da sua pintura abstrata inicial, Helena Almeida introduz as preocupações centrais que definem a sua prática artística numa diversidade de disciplinas, nomeadamente o interesse em ultrapassar os limites do espaço pictórico e narrativo que sempre desempenhou um papel fundamental na obra da artista. Como Helena Almeida afirma: "A minha pintura é o meu corpo, a minha obra é o meu corpo”.