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Uma sugestão de prenda de natal ...

... o livro infantil "O Sonho do João".


No passado dia 7 de Novembro a minha irmã, Cristina Costa "Olívia Costa", lançou o livro infantil "O sonho do João" com ilustrações de Elsa Martins.

Um livro doce com bonitas ilustrações e que pode ser um óptimo presente nesta época festiva que se aproxima.

O que acham de oferecer um livro ? 
Todos temos: filh@, sobrinh@, afilhad@, net@, filh@ de amigos ... ... Sabe tão bem ouvir e ler uma história, sonhar com as imagens que a ilustram ...

Conto com a vossa colaboração na divulgação e/ou aquisição d' "O sonho do João". Para adquirir podem contactar comigo (angealm@gmail.com), o PVP é de 12,50 euros.

Obrigado !! :)


Beagle em ...

... versão ORIGAMI :)

by Alegna

Que acham da minha ilustração inspirada no ORIGAMI :P

Dei uma proposta de trabalho a um grupo de formandos onde a
inspiração era o ORIGAMI ... assim para exemplificar
resolvi fazer um BEAGLE inspirado nesta técnica japonesa e na minha linda Suri :)

Carta às mães ...

... mais que perfeitas.

detalhe de ilustração de Claudia Tremblay

Querida Mãe: 

Eu já te vi por aí. 
Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.
Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.
Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.
Eu já te vi a correr com os miúdos de um lado para o outro, a sujares-te no parque e a praguejares em voz alta depois de bateres com o joelho na esquina da cadeira.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos.
Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga.
Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.
Eu já te vi a ranger os dentes enquanto o teu filho gritava contigo porque não queria ir à aula de piano, à natação, ou ao treino de futebol.
Eu vi-te a fechar os olhos e a respirar fundo depois de entornarem um copo de leite inteiro em cima.
Vi-te a chorar desesperada enquanto tentavas tirar lápis de cera da tua melhor mala.
Eu já te vi na sala de espera do hospital. Eu vi-te no balcão da farmácia.
Vi-te com o teu olhar cansado e assustado.

Eu não sei se tinhas planeado ser mãe ou não. 
Se soubeste desde sempre que querias pôr crianças neste mundo, cuidar deles, ou se a maternidade te apareceu de surpresa.
Não sei se correspondeu às tuas expetativas, ou se passaste os primeiros tempos como mãe aterrorizada porque tinhas imaginado que sentirias o “amor materno” doutra forma.
Não sei se tiveste dificuldade em engravidar, se perdeste algum bebé, ou se tiveste algum parto traumático.
Nem sequer sei, se concebeste o teu filho no teu ventre, ou se o acolheste na tua família.

Mas eu conheço-te. 
Eu sei que não alcançaste tudo o que querias na vida.
Sei que há coisas que nunca soubeste que querias até teres filhos.
Eu sei que, às vezes, pensas que não estás a dar o teu máximo e que podias fazer melhor.
Eu sei que olhas para os teus filhos e te revês neles.
Eu sei que às vezes apetece-te atirar um candeeiro ao teu filho adolescente, e atirar o de 3 anos pela janela.
Eu sei que há noites que, depois de deitar os miúdos, estás tão exausta que só te apetece enrolares-te na cama a chorar.
Eu sei que há dias tão difíceis que só queres que acabem depressa.
Depois, na hora de ir para a cama os teus filhos abraçam-te e enchem-te de beijinhos, e dizem o quanto gostam de ti, e de repente querias que o dia durasse para sempre.

Mas nada dura para sempre. 
Os dias terminam, e o dia a seguir é um novo desafio. Febres, desgostos amorosos, trabalhos da escola, novos amigos, novos animais de estimação e novas dúvidas. E todos os dias, fazes o que tens de fazer.
Vais trabalhar, ou ficas em casa pões o bebé no sling e ligas o aspirador.
Ou vais até ao jardim passear com ele.
Largas tudo para moderar uma discussão sobre de quem é a vez de usar aquelas canetas especiais, para dar um beijinho ao óó da tua filha, ou para conversar sobre qual é a cor do batom que a mãe do Pinóquio usava.
Eu sei que fazes guerras de cocegas em castelos de lençóis, e que sabes de cor as histórias de, pelo menos, 8 livros ilustrados. Eu sei que danças de forma ridícula quando vocês estão sozinhos.
E que inventam canções parvas sobre queijo, maus cheiros, ou ervilhas.
Eu sei que uma hora depois de deitares os teus filhos, largas o que estás a fazer e vais cortar as unhas do mais novo. Sei que paras de arrumar a cozinha, porque a tua filha te convidou para a festa de chá que está a fazer com as bonecas, e faz questão que lá estejas.
Eu sei o que custou tratares dos teus filhos quando tiveste aquela virose de 4 dias.
Sei que comes os restos dos pratos deles, enquanto arrumas a cozinha.
Eu sei que não contavas com muitas destas coisas.
Sei que não antecipaste amar alguém tão intensamente, ou andar tão cansada, ou ser a mãe em que te vieste a tornar.
Pensavas que tinhas tudo planeado. Ou então, estavas perdida e aterrorizada. Ias contratar a Nanny perfeita. Ou ias deixar de trabalhar e aprender tudo sobre crianças.
Sei que não és a mãe perfeita. Por mais que tentes, e por mais que te esforces. Tu nunca serás a mãe perfeita.
E isso, provavelmente, vai perseguir-te. Ou se calhar fizeste as pazes com isso. Ou talvez nem nunca tenha sido um problema.
Eu sei que acreditas que independentemente do que fizeres, poderias ter feito sempre mais.

A realidade é outra. 
Não interessa o pouco que fizeste, no fim do dia os teus filhos vão sempre amar-te. Vão continuar a rir para ti, e acreditar que tens poderes mágicos que podes curar quaisquer coisas.
Independentemente do que acontecer no trabalho, na escola, ou num grupo de amigos, tu fazes, sempre, tudo o que está e não está ao teu alcance para garantir que no dia a seguir os teus filhos estarão tão felizes, saudáveis e espertos quanto é possível.

Há um velho ditado iídiche que diz: “Há um filho perfeito no mundo, e todas as mães o têm.” 
Feliz ou infelizmente, não há pais perfeitos. Os teus filhos vão crescer determinados a ser diferentes de ti. Vão crescer com a certeza de que não vão pôr os seus filhos nas aulas de piano, de que vão ser mais brandos, ou mais rigorosos, ou ter mais filhos, ou ter menos, ou não ter nenhum.
Um dia os teus filhos vão estar a correr como loucos na igreja, a portar-se pessimamente no restaurante a fazer caretas para o lado, e alguém vai passar e elogiar a tua família.

Uma certeza podes ter: não és perfeita! 
E isso é bom. Porque na realidade, nem os teus filhos são perfeitos. E ninguém no mundo se preocupa mais com eles do que tu, ninguém sabe porque é que eles estão a chorar senão tu, ninguém percebe as piadas deles melhor do que tu.
E já que ninguém é perfeito, tens de desempatar com 2 biliões de pessoas que estão em primeiro lugar “ex aequo” para concorrer à melhor mãe do mundo.

Parabéns melhor Mãe do Mundo.
Tu não és perfeita. És mais que perfeita:
És tão boa mãe como o resto do mundo.

por Lea Grover em Becoming a super mommy 
adaptado por Up To Lisbon Kids

Kamishibai ...

... é uma técnica de contar histórias originária do Japão.


Acreditam que só na passada quinta-feira fiquei a conhecer esta tradição oriental, e que está a ser usada actualmente no ocidente ao nível da educação e estimulo para a leitura.

Vocês já tinham ouvido falar em Kamishibai ?

Kamishibai, significa literalmente “drama de papel”, e é uma forma de contar histórias que teve origem nos templos budistas japoneses no século XII. Este método de contar histórias manteve-se durante vários séculos, mas possivelmente só se tomou consciência desta prática nos inícios dos anos 20 até aos anos 50.

No século XIX, o contador de histórias chegava de bicicleta ou a pé e batia com pedaços de madeira unidos por uma corda (hyoshigi) para anunciar a sua chegada às diferentes aldeias. As crianças contentes eram as primeiras a chegar, compravam doces e sentavam-se à volta do cenário.

Um kamishibai é composto por um suporte de madeira onde se colocam cartões ilustrados na frente (que são viradas para os espectadores) e texto nas costas (que é virado para o contador de histórias). Os textos que fazem parte dos kamishibai são claros e directos, histórias simples, com frases curtas e fáceis, e uso de formas verbais básicas. Os desenhos devem ser grandes e com traço simples para que possam ser vistos a certas distâncias.

Esta tradição foi-se perdendo à medida que os anos foram avançando, e desapareceu quase por completo com a chegada da televisão nos anos 1950. No entanto, recentemente o kamishibai foi recuperado pelas bibliotecas japonesas e escolas primárias, e assim surgiu o "Kamishibai educativo".
Actualmente, o kamishibai é considerado como parte da herança cultural japonesa.

Fonte: http://www.kamishibai.com

15.MAR [anita]

... Local de férias

imagens retiradas da web, a ilustração do livro é de Jed Henry (composição feita por mim)

... não tenho um local de eleição, tenho antes muitos que gostaria de conhecer :)

... pois é adoro viajar, de carro, avião, comboio, navio, balão ;) ...
... qualquer meio de transporte que me leve a cada recanto deste planeta ... 

... lugares ricos em cultura, lugares onde a natureza impera,
lugares com tradições muito diferentes, lugares exóticos,
lugares inóspitos, lugares que me deslumbrem e enriqueçam ...

... acho que já perceberam que quero mesmo é DAR A VOLTA AO MUNDO :)
(mas aos ziguezagues para não perder nenhum recanto)

Ilustrações animadas ...

... de Malika Favre.


Algumas animações que fazem parte de um conjunto excepcional de ilustrações animadas desenvolvidas por Malika Favre. Vale a pena visitar o seu site: www.malikafavre.com

NOTA: Para verem as animações cliquem nas imagens :)

Selos para a ONU ...

... desenhados por ilustradora Portuguesa.

foto de Paulo Ricca

No último encontro Nacional de Ilustração, que decorreu em SJM tive oportunidade de ter contacto com o trabalho desta jovem ilustradora. Diana Marques foi agora convidada pelas Nações Unidas a criar uma série filatélica sobre espécies animais ameaçadas.

Diana refere que recebeu com surpresa o convite da directora de arte da Administração Postal das Nações Unidas.“Fiquei muito contente quando soube que vai chegar a tantas pessoas, em tantos países”, pois trata-se de uma colecção que a ONU lança todos os anos para sensibilizar as pessoas para a fauna em perigo de extinção. Esta é a 20ª edição e estará à venda a 19 de Abril.

No entanto o prazo era apertado (cinco semanas para ilustrar três folhas com quatro selos cada), por isso, o trabalho envolveu uma planificação cuidadosa. “Houve uma primeira fase de escolha das espécies, baseada numa lista proposta pela ONU; depois tirei uma semana para pesquisar referências e completar esboços. De seguida, parti para o trabalho final”, explica a Diana Marques.

Os “modelos” escolhidos foram o leopardo das neves, o panda gigante, o tigre da sibéria, a iguana verde, o saguim cabeça de algodão, o camaleão orelhas de elefante, o gato do mato pequeno, o papagaio tigre, o lemur cabeça dourada, o axolote, o faisão do Bornéu e a coruja de máscara.




Mais que um processo criativo, a ilustração científica assume-se como uma ferramenta de comunicação, que passa por “escolher uma estratégia para chegar às pessoas e dizer o que a ciência pretende dizer”. O equilíbrio entre a vertente estética e a vertente científica “é muito delicado e é importante ser um ilustrador científico a fazê-lo porque está preparado para tomar decisões”, destaca Diana Marques.

Diana sempre viveu entre estas duas vocações. “São dois interesses que vivem lado a lado desde sempre, mesmo nos testes psicotécnicos tinha sempre classificações muito elevadas em ciências e em artes. Depois acabei por escolher estudar Biologia na faculdade, e estava no segundo ano quando vi o anúncio de um curso de ilustração científica, e é engraçado como “clicou” imediatamente”.

Assim começou um percurso que a levou a ser um dos nomes mais sonantes da área, caminho que passou por uma pós-graduação na Universidade da Califórnia, e pelo trabalho no National Museum of Natural History da Smithsonian Institution, em Washington; no Queensland Museum, na Austrália; e no American Museum of Natural History, em Nova Iorque, entre outros.

Fonte: P3

PaperGraphic

... elaborados manualmente por Yulia Brodskaya.


Na era do software de desenho e de edição de imagem surgem por vezes propostas que remam contra a maré e trazem uma lufada de ar fresco.

É o caso dos trabalhos em papel de Yulia Brodskaya que são exclusivamente manuais, assumidamente retro mas indiscutivelmente belos. Eu amei !! :)



O seu nome deixa adivinhar: Yulia Brodskaya é russa. Nascida em Moscovo e radicada em Londres desde 2006, começou a ganhar reputação internacional com os seus trabalhos feitos em papel com uma técnica a que chamou PaperGraphic e que consiste em conceber ilustrações em que as linhas e formas são feitas de papel. E se à primeira vista esta técnica nos parece limitada, a criatividade, a variedade de efeitos e as combinações que consegue obter logo afastam essa ideia. Que o digam clientes como The Guardian, New York Times Magazine, Wired, Nokia, Starbucks, etc. para quem Yulia Brodskaya já realizou diversos trabalhos de design gráfico.



Quando parece já não haver lugar para todo o design que não seja feito com meios digitais, surgem estas ilustrações surpreendentes, belas e originais, que trazem um novo fulgor ao mundo do design gráfico.

Há um certo ar retro e psicadélico em todas as composições, a lembrar ilustrações dos anos 60 e 70. Os trabalhos de Yulia Brodskaya são realizados de forma artesanal, com muita minúcia, combinando não apenas papeis mas toda a espécie de materiais bidimensionais que se possam cortar com uma lâmina ou tesoura, nomeadamente tecido e fibras têxteis. Com o regresso do artesanato à publicidade, regressou também a poesia.

Não deixem de visitar o site (http://www.artyulia.com) onde se podem encantar com muitos dos seus trabalho.

Fonte: http://obviousmag.org

Saudades do mar!!

“A cura para qualquer mal está na água salgada: suor, lágrimas ou um belo mergulho no mar.” Isak Dinesen

Sabes que também ...

... podes ralhar com os teus pais?

    

Conheci este projecto da Maria Inês de Almeida e do Paulo Galindro no 4º Encontro Nacional de Ilustração. Fiquei imediatamente deliciada, pois acho que os filhos podem e devem ralhar com os pais. Tive também o privilégio de ver as ilustrações originais do Paulo Galindro, que são magnificas muito bem pensadas e a ligar harmoniosamente com o texto.

Este projecto nasceu da Maria Inês de Almeida que teve a ideia e soltou as palavras. O ilustrador Paulo Galindro juntou-se depois ao projecto, e nasceram então duas obras que vão deixar crianças e pais deliciados com a originalidade dos temas e das ilustrações.

Sabes que também podes ralhar com os teus pais? e Sabes onde é que os teus pais se conheceram?,  livros que estão à venda por 11.99€, apenas nalguns estabelecimentos, por exemplo na FNAC. São livros com um olhar infantil, que vão libertar  a imaginação das crianças e adultos e fazer nascer perguntas. Obras que vão fazer pais e filhos ficar ainda mais próximos. «Para além do amor, as palavras, as histórias são o mais precioso bem que se pode oferecer a uma criança. Soltam-lhe, hoje, a imaginação e são, amanhã, o tesouro que guardará toda a vida.», acredita Maria Inês de Almeida, razão pela qual decidiu escrever para todas as crianças.

Sabes que também podes ralhar com os teus pais? ensina às crianças que também elas têm o direito de se zangar quando os pais se não se “portam bem”: quando não reciclam o lixo; não têm paciência para ouvir as histórias dos filhos; em vez de brincar só querem ler o jornal; trabalham muito e chegam a casa tarde ou quando vêem televisão às refeições porque têm de ver “uma coisa” (mas os filhos não podem). É também um livro para os pais também aprenderem que, às vezes, as crianças têm razão para ralhar com eles. Mas sem falar alto… claro! [e este eu vou comprar ... para daqui a uns anitos dar aos meus netos :P]

World Press Cartoon 2011

... vencedor é o australiano David Rowe.


“Wikileaks and Uncle Sam” é o titulo do cartoon vencedor, que satiriza “um dos temas mais quentes de 2010”, foi publicado em Dezembro de 2010 no jornal australiano “The Sun-Herald”, tendo conquistado o Grand Prix e o primeiro lugar na categoria de Cartoon Editorial do certame de humor gráfico de imprensa.


Na mesma categoria, o polaco Pawel Kuczynski conquistou o segundo lugar, com o cartoon “Made in China”, e Alecus, cartoonista mexicano que trabalha em El Salvador, ficou na terceira posição, com o desenho “Chilean Miners”.

João Vaz de Carvalho e Santiagu foram os portugueses mais em destaque nesta sétima edição do World Press Cartoon, premiados na categoria Caricatura, com os 1.º e 3.º lugares respectivamente.

O trabalho de João Vaz de Carvalho é um retrato do rei D. João I, publicado em Abril do ano passado na revista “Notícias Magazine”, no âmbito de uma reportagem sobre os reis e as rainhas. Já o desenho de Santiagu é uma Madre Teresa de Calcutá desenhada para o semanário “Repórter do Marão”.




Na categoria Desenho de Humor, o grande vencedor foi o brasileiro Samuca, cujo cartoon “Pedophilia” foi publicado no “Diário de Pernambuco”, do Recife.


O júri internacional, presidido pelo cartoonista António e integrando o britânico Ralph Steadman, considerado um dos melhores cartoonistas do mundo, Anita Kunz, ilustradora e professora de artes plásticas do Canadá, Alessandro Gatto, pintor e artista gráfico italiano muito premiado, e a belga Cecile Bertrand, cartoonista do jornal “La Libre Belgique”, analisou um total de 822 desenhos, de 462 autores, publicados em jornais e revistas de cerca de 70 países.

A exposição World Press Cartoon Sintra 2011, que apresenta 401 obras, está patente de 8 de Abril a 30 de Junho, no Sintra Museu de Arte Moderna, de terça-feira a domingo, entre as 10 e as 18 horas, com entrada livre.

Fonte: PÚBLICO

René Gruau

Nasceu em 1909 em Itália, e mudou-se em 1924 para Paris onde começou a sua carreira na moda. Cedo viu os seus trabalhos publicados e com apenas 18 anos já era conhecido internacionalmente.



Em 1947,Christian Dior (de quem era muito amigo) pediu-lhe um desenho publicitário para o seu novo perfume "Miss Dior", facto que vai marcar o nascimento do "New Look". A partir desse momento, o seu estilo pessoal valeu-lhe reconhecimento no meio da alta-costura.



Desenhou para grandes estilistas como Pierre Balmain, Balenciaga, Lanvin e Hubert da Givenchy.
Marcou a moda, e a arte da estampa (depois de Toulouse-Lautrec, é ele o grande desenhista dos "Grandes Cabarets"). A sua pintura encarna a sensualidade e o glamour do universo feminino, o luxo das noites parisienses...



René Gruau já faleceu em 2004 com 95 anos de idade, mas as suas ilustrações estão vivas e actuais.
No passado mês de Janeiro encerrou, em Londres, uma exposição sobre o seu trabalho. Esteve durante dois meses patente no Museu Somerset House sendo possível admirar esboços originais – em guache, aguarela e lápis – executados para Christian Dior, além de perfumes, revistas e anúncios criados pelo artista.

WPC TOP 50 2010

... um sorriso sempre ajuda !!


A Biblioteca Municipal de São João da Madeira recebeu hoje e até ao dia 30 de Setembro, a exposição World Press Cartoon TOP 50 2010, uma seleção dos melhores trabalhos apresentados em 2010.
Podem ver estes trabalhos de segunda-feira a sexta-feira, entre as 10 e as 20 horas, e aos sábados, entre as 10 e as 13 horas. A entrada é livre.

Eu fui hoje a convite da minha amiga Filo, e que bem que me fez sair e sorrir ao observar alguns dos cartoons expostos.

Dois exemplos:


Este último deixou-me a pensar ...
... será que só somos felizes quando o nosso cérebro
está ausente, não existe, é minúsculo, não pensa ...

hummm, hummm ...

Estou feliz !!

A minha amiga adorou o background que lhe fiz … ainda bem pois deu-me muito prazer poder ajudar …

Aqui fica uma amostra da nova cara do seu blog Sonhos do Mundo … que em boa hora regressa com posts fresquinhos ...