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Aos 92 anos ...

... Cargaleiro acompanha a montagem da sua obra no Metro de Paris.


Manuel Cargaleiro vai ter, no Metro de Paris, mais 20 metros quadrados de arte desenhada em azulejo. O mestre - ceramista e pintor - já tinha 400 metros quadrados na Estação dos Campos Elísios, entre o Eliseu e o Grand Palais.

Depois do verão de 2019 será então possível ver a nova obra no Metro de Paris.

Em 1995, a RATP e o Metropolitano de Lisboa decidiram trocar o Azulejo Géométrique de Cargaleiro por uma estrutura Hector Guimard, que visitei em 2015. Nos azulejos de Cargaleiro, impera a espontaneidade da pincelada e ele assume-os como obra de arte que é datada e assinada. A obra de Cargaleiro representa a extroversão, a luminosidade, o optimismo e a sensualidade do carácter mediterrânico.

Já com 92 anos e 23 anos mais tarde é procurado para aumentar em 20 metros quadrados ao painel já considerado pelo governo francês como Património Nacional.

Digital e sustentável ...

... é "O Futuro da Moda".
Uma nova geração de consumidores está a ditar as regras
e, por isso, o futuro da moda reside na capacidade das marcas
serem tanto digitais quanto sustentáveis. Esta foi a ideia
defendida na conferência “O Futuro da Moda”.


Decorreu no passado dia 29 de Maio a conferência - "O Futuro da Moda", promovida pela APICCAPS em colaboração com a ANIVEC (Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção) e a AORP (Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal) e com o apoio do programa Compete 2020.

O objectivo foi refletir sobre um contexto atual no qual “emergem novos modelos de negócios, uma nova geração de consumidores e novas tipologias de produtos”. E por isso fomos com os nossos alunos de Design de Calçado ouvir especialistas nacionais e internacionais analisarem as profundas alterações que se têm sentido no setor da moda, e temas como “A Nova Geração de Consumidores”, “A Sustentabilidade na Moda” ou “A Moda na Era Digital”.




IMAGEM by WEB

No primeiro painel dedicado às tendênciasGeraldine Wharry começou por afirmar que os influenciadores e as marcas estão a redefinir o mundo e que as escolhas dos consumidores mais jovens – da geração Y ou Z – chocam com a realidade política do mundo. «Os géneros estão a ser redefinidos. Há uma maior positividade em relação ao corpo e as pessoas com deficiência e as diferentes raças são cada vez mais representadas», admitiu. Além disso, Geraldine Wharry reconheceu que, com as redes sociais, vemos a crescerem os influenciadores e a teatralidade na moda. «Contudo, os mais jovens valorizam mais a honestidade e as ligações às causas. O que definimos hoje como “maioria” vai mudar», avisou. Para a analista de tendências, a geração mais velha – os baby boomers – não pode ser ignorada, porque, na verdade, é parecida com a geração Z, no sentido em que se preocupa com o mundo que a rodeia.

Ainda neste painel Maria Eugénia Errobidarte, consultora sénior da WGSN, frisou que a ecologia é essencial para o consumidor do futuro. «A geração Y, apesar do difícil clima económico, está disposta a pagar mais pela sustentabilidade. Por seu lado, a geração Z pode não ter grande poder de compra, mas é ativa nas redes sociais. Têm uma voz muito forte atualmente», esclareceu.

No painel seguinte João Dias, administrador da AICEP, apresentou a nova plataforma digital da AICEP, a Portugal Exporta, que se abriu ao sector do calçado no dia 29. O website assume-se como uma solução de internacionalização para as empresas exportadoras, com uma área privada para parceiros da AICEP, que podem obter um serviço personalizado.


IMAGEM by WEB

Mas foi o último painel que eu mais gostei. Foi super interessante ouvir Rafic Daud, fundador da marca de calçado Undandy e o Gonçalo Cruz, cofundador da Platforme, cuja tecnologia permite que grandes marcas de luxo personalizem os seus produtos digitalmente.

Rafic Daud revela «Tivemos que revolucionar a indústria para aquilo que acho que é o futuro da moda. O consumidor desenha o seu próprio sapato e é tudo vendido 100% online. Não há desperdícios e não há saldos.» e afirma que «Se o consumidor está a mudar… por que não vamos ter com ele? O consumidor mudou. Todos fazemos coisas que não fazíamos há 10 anos».

Ana Roncha, do London College of Fashion, acredita que o grande desafio nas empresas é adaptar os recursos humanos para conviverem com estas novas tecnologias. «O digital deve ser aplicado a toda a cadeia de valor. Não é um departamento», assegurou.

Entre as marcas e os consumidores estão as tecnologias, que, no evento, foram representadas pela Platforme, uma plataforma tecnológica e operacional que produz tecnologia para grandes marcas de luxo poderem customizar os seus produtos digitalmente. Gonçalo Cruz, cofundador da empresa que trabalha para os grupos LVMH e Kering, defende que a customização é o futuro e «a ponta do iceberg». «Na Gucci, por exemplo, vai acontecer o mesmo que acontece nos stands de automóveis. Testo o produto e digo o que quero. Os clientes vão querer pagar mais e não se importam de esperar. Pago antes de receber o produto. Não vai ser um processo imediato, mas sim gradual», adiantou. «Portugal é extraordinário porque sempre nos adaptamos a diferentes mundos. Temos a vantagem de sermos competitivos, mas ainda temos um longo caminho pela frente», concluiu.

Foi dia de fazer finalmente os ...

... Passadiços de Esmoriz.

... e para que Fevereiro não passe sem uma postagem :/, aqui ficam as fotos de um passeio pelos Passadiços de Esmoriz que fiz num domingo de sol com a minha baby linda - a Suri, :) e as minhas amigas V., L. e J. ...





Foram alguns quilómetros entre Silvade e Esmoriz a caminhar em "piso de madeira", quase sempre com a praia ao nosso lado.




Adoro o cheiro do mar, de ver a sua ondulação e as gaivotas a voar no horizonte. Faz-me mesmo bem estes momentos !! ... assim como a companhia das amigas :)








Comecei o Open House Porto 2017 ...

... com visita comentada por Joel Cleto.

 fotografia de Eugénio Leite

Optei por começar o dia com a visita ao Paço Episcopal comentada pelo historiador Joel Cleto.
Um grupo de cerca de 20 pessoas passaram mais de uma hora a escutar histórias
sobre o edifício onde habita o Bispo do Porto. Fiquei encantada com o que foi
possível visitar e claro com a simpatia e sabedoria de Joel Cleto.

 fotografia de Eugénio Leite

Ainda no âmbito da visita estava ainda contemplada a Igreja de São Lourenço,
uma bela Igreja Jesuíta, Maneirista, construída no século XVI,
também conhecida na cidade por Igreja dos Grilos.

Por hoje apenas as fotos de grupo gentilmente cedidas por um dos participantes,
mas em breve irei mostrar-vos o interior de cada um
dos edifícios visitados no Open House Porto 2017.

Passadiços do Paiva vistos ...

... pelo melhor fotógrafo de viagens do mundo.



Joel Santos, o melhor fotógrafo de viagens do mundo, esteve nos Passadiços do Paiva numa manhã de nevoeiro e filmou o que resta da pérola natural consumida duas vezes por incêndios.

Sou fã do trabalho do Joel Santos !! :)

Fomos a Serralves ...

... ver as obras do Miró.



Finalmente tiramos ma tarde para ir ver as obras de Joan Miró, propriedade do Estado Português, que estão expostas ao público pela primeira vez na Casa de Serralves. 
‘Joan Miró: Materialidade e Metamorfose’, assim se designa a exposição, abarca um período de seis décadas da carreira de Joan Miró, de 1924 a 1981. Debruçando-se de forma particular sobre a transformação das linguagens pictóricas que o artista catalão começou a desenvolver em meados dos anos 1920, aborda as suas metamorfoses artísticas nos campos do desenho, pintura, colagem e trabalhos em tapeçaria. 




O pensamento visual de Miró, o modo como trabalha com sensações que variam entre o táctil e o ótico e os processos de elaboração das suas obras são observados em detalhe. 


 

Ainda foi possível fazer parte de uma visita guiada que foi muito importante para melhor compreender as obras expostas. Ah ... e tivemos a presença do Arq. Siza Vieira que nos acompanho no visionamento de um video onde se podia ver Joan de Miró a trabalhar.
Já agora, para terminar, foi graças ao BPI, mecenas da exposição, que as nossas entradas foram gratuitas :)

E terminámos a visita a abraçar árvores em Serralves :) uma tarde muito boa ;)


Instantes ...

... do meu fim de semana.

Inauguração do MUSEU do CALÇADO em São João da Madeira.

Congresso e Exposição do AMADEO de SOUZA CARDOSO.

Experiências culinárias.
  
Umas ternurinhas ...

Jantar com amigas e futebol à mistura ... lolll



Museu do Calçado ...

... abre portas em São João da Madeira.



O Museu do Calçado, em São João da Madeira, é inaugurado no sábado, dia 5 de Novembro, e promete contar como a indústria do sapato evoluiu ao longo dos séculos e como tem vindo a ser uma peça inspiração nas artes plásticas.

Instalado na Torre da Oliva, o novo museu resulta de um investimento de um milhão de euros e conta com uma colecção superior a 8.600 peças de origem nacional e estrangeira, das quais estarão expostas ao público 9 máquinas, 42 obras de arte, 77 ferramentas e mais de 500 sapatos.

A colecção abrange desde a pré-história até ao século XXI, sendo que a componente industrial do museu se concentra no século XX e as peças de teor artístico reflectem tendências mais contemporâneas.

O autarca de S. João da Madeira, Ricardo Figueiredo, disse que há já muito tempo o concelho tem como marca ser a capital portuguesa do calçado, sendo agora “tempo de prestarmos à cidade um tributo que homenageasse esta indústria, os seus empresários e trabalhadores, não apenas na perspectiva local, mas evocando também o impacto deste sector na economia portuguesa e o seu estatuto de referência a nível mundial". O presidente acrescentou que o objectivo“é que este seja um museu vivo, cuja dinâmica se revele proporcional à capacidade de inovação e competitividade que a indústria local do calçado sempre soube demonstrar e pela qual se distinguiu, tanto ao nível nacional como internacional".

O novo museu "será um espaço socialmente activo, culturalmente interessante e pedagogicamente útil, que evocará histórias e memórias, contribuindo dessa forma para aprofundar e divulgar o conhecimento não só da identidade e cultura sanjoanenses, mas também de outras realidades sociais, históricas e culturais relacionadas com o objecto que lhe dá nome".

O Museu do Calçado funcionará de terça a domingo, em horários diferentes consoante o dia da semana. O preço normal é de 2 euros, sendo a entrada livre para crianças até 12 anos, cidadãos residentes no concelho e ex-trabalhadores do setor do calçado.

in Porto Canal

Passadiços do Paiva premiados ...

... premiados nos World Travel Awards.


foto by alegna

Faz hoje precisamente um ano, 5/9/2015, que tive o prazer de percorrer estes passadiços com um grupo de amigas.

Ontem a edição de 2016 dos World Travel Awards, considerados os Óscares do Turismo a nível mundial, distinguiram o projecto de Arouca como o mais inovador da Europa.

Este percurso pedonal estende-se por oito quilómetros ao longo das margens do Rio Paiva, veio permitir a visita a áreas de escarpa antes intocadas pela presença humana e venceu esta noite na Sardenha, em Itália, a categoria de Projecto de Desenvolvimento Turístico Líder na Europa.

Mas não foram só os passadiços que foram premiados, da lista de prémios Portugal recebeu ao todo 24 prémios :) com destaque para a Madeira como melhor destino insular, o Algarve como melhor destino de praia e Lisboa como o melhor destino de cruzeiros.