terça-feira, 3 de maio de 2011

i9 ...

... um sonho, um iPhone que se transforma numa Leica e vice-versa.


Quando se cruza uma Leica com um iPhone, o resultado é a câmara i9, um conceito desenhado pelos criativos de uma consultora de marketing da Califórnia. Eis um “transformer” que apetece ter.

Dar largas à imaginação foi o que fizeram os criativos da Black Design Associates LLC, sediada em El Segundo, na Califórnia, consultora de estratégia de marketing e desenvolvimento de produto. Assim nasceu o conceito i9, ou seja, o objeto que resulta do cruzamento de uma máquina fotográfica Leica - considerada por muitos a melhor do mundo – com um iPhone4. Uma união entre a qualidade das lentes e do sensor de imagem profissional CMOS da Leica e as capacidades de processamento e partilha da mais recente versão do iPhone da Apple.


A i9 foi desenhada seguindo a filosofia “elogiar sem comprometer” – se a melhor máquina fotográfica é a que anda sempre consigo, pode ler-se no comunicado da Black Design Associates, então, melhor câmara ainda, é o conceito da Leica i9. A única câmara profissional que também serve de capa de protecção ao iPhone4 – e muito mais. O objetivo, de acordo com os designers, foi criar um sistema que inspirasse os fotógrafos, permitindo-lhes ainda partilhar imagens e vídeos em qualquer parte do mundo.

A i9 é uma câmara ultracompacta profissional, sensor de imagem com 12,1 MP efectivos, zoom óptico 8x e memória interna e extensível por cartão SD. As imagens podem depois ser descarregadas para o iPhone através de uma aplicação da Leica, a mesma que serve para partilhá-las depois nas redes, no Youtube ou por email. Além disso e entre outras funcionalidades cruzadas, a i9 e o iPhone4 podem também partilhar as respetivas baterias para mais autonomia.


A Leica i9 parece um sonho. E, infelizmente, neste caso, ela não passa disso mesmo. É muito provável que a i9 não chegue a sair do “papel”, ou melhor, do conceito digital, não passando, sequer, à fase de protótipo e muito menos ao mercado. Para grande pena de muita gente. De qualquer maneira, pode ser que o exercício criativo inspire as marcas.

Fonte: movimentomilenio.com
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